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tratamento sindrome do panico SÍNDROME DO PANICO

O MEDO DO MEDO

Frequentemente são pessoas extremamente produtivas costumam assumir uma carga exagerada de responsabilidades e afazeres, são muito exigentes consigo mesmas, não convivem bem com os erros e frustrações, têm propensão a se preocupar de forma exagerada com os problemas, criam uma autoimagem negativa, são perfeccionistas e têm uma necessidade de estar no controle de tudo.

Dessa forma, organismo e mente se esgotam, pois são muitas as cobranças, aflições e preocupações internas. Sentimentos que corroem e inevitavelmente causam o estresse.

As Crises:

Um tipo de transtorno, um ataque súbito de medo intenso, medo esse associado à questão de existência chegando a perder a concepção da realidade. É uma ferida que não se vê!

Ataques de pânico normalmente acontecem de repente, sem aviso, uma sensação que algo ruim está acontecendo, sudorese, tremores, falta de ar, taquicardia, sensação de morte iminente, “medo do medo”.

As crises de síndrome do pânico normalmente começam entre a fase final da adolescência e o início da idade adulta. Porém, podem ocorrer após os 30 anos e durante a infância, nesse caso ela será diagnosticada somente quando criança estiver com mais idade.

Segundo a Ciência, as causas da síndrome do pânico são:

  • Genética
  • Estresse
  • Temperamento forte e suscetível ao estresse
  • Mudança na forma como o cérebro funciona e reage a determinadas situações.

Alguns estudos indicam que a resposta natural do corpo a situações de perigo esteja diretamente envolvida nas crises de pânico. Apesar disso, ainda não está claro por que esses ataques acontecem em situações nas quais não há qualquer evidência de perigo iminente.

A síndrome do pânico geralmente costuma afetar mais mulheres do que homens e pode ser desencadeada por alguns fatores considerados de risco, como:

  • Histórico de abuso sexual durante a infância;
  • Ter passado por alguma experiência traumática, como por exemplo, um acidente;
  • Situações de estresse extremo;
  • Morte ou adoecimento de uma pessoa próxima, querida;
  • Mudanças radicais ocorridas na vida.
  • Uso abusivo de álcool e drogas.

É necessário trabalhar os conflitos, não se pode mudar tudo, porém é necessário saber lidar com os problemas, se proteger, resguardar dos excessos e evitar fatores que geram stress e podem ser evitados.

É necessário ter qualidade de vida, formar vínculos, participar de grupos sociais, buscar uma religião seja qual for à denominação.

O acompanhamento com terapeutas e medicamento prescrito por um profissional legalmente habilitado também são de suma importância para um tratamento eficaz.

Não tenha vergonha ou medo de procurar ajuda médica. O trabalho de um profissional especializado é importante para encontrar meios seguros para tratar a síndrome do pânico. Também é interessante levar uma pessoa de confiança para que possa ajudar a relatar os problemas e a dar apoio e motivação no tratamento.

É proibido desistir…

Respira fundo e continue!

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